Tinha
um barulho, uma voz.
A
voz tocava não os ouvidos, mas o coração
Dizia:
- Vá às almas, vá às almas!
Recuei
de imediato.
O
coração, porém, me condenava:
-Covarde!
Quando a morte chegar, a culpa é sua.
Não
por medo da culpa,
Sim
por amor, aceitei ir.
Comecei
a enxergar rostos apavorados
Não
agüentei!
-Espera!
Já estou indo!
Não
tenho nada de valor
Tenho
a mim mesmo
E
isso, é o que vos dou.
Aos
que ficam sem entender
Não
posso fazer nada!
Aquilo
que é essência do meu coração
Não
deixa os passos serem controversos
Meu
sangue agora é deles, Abundante dentro de mim é o amor.
Almas,
almas, almas, almas, é o barulho que meu coração faz agora
Sim,
é difícil. Mas os sorrisos dessas almas me são por impulso
Quanto
mais almas, mais feliz eu sou.
Jeovanir Mendonça

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